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Forró de Graça

Carlim Alves

Eu vou fazer um forró de graça
Com a turma caprichando na base do beliscão
Eu quero vê o tique taque do zabumba
Cavaquinho de primeira deixando pro violão

Quero escutar o som do pandeiro
O tinguelingue do triangulo o reco-reco e o ganzá
O sanfoneiro de cabelo assanhado
E o couro todo molhado de tanto cantar
E as cadeiras da morena remexendo
Remexendo, remexendo quando fole caprichar

Vou escrever um forró de graça
Com um aviso assim dizendo é proibido pra menor
Depois de meia noite todo mundo no escuro
Dançando no chão duro até o pé rachar

Eu vou levar pro forró de graça
Um caminhão de cachaça pra turma se embebedar
E quando o dia tiver clareando
E todo mundo lamentando quando o baile terminar
Quem não gostou do forró não paga e
Quem não gostou também nada vai pagar


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