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Diariamente

Carlos Henrique

Diariamente ela vem até a porta
Com um jeito de quem pouco se importa
E faz parecer que é um vício, um penar
Ter que vir me olhar e de novo fazer
Eu compreender que não posso tê-la muito

E no entanto ela se dá
E me deixa saber
Segredos, anseios e tudo que há
E pra ser normal e não ter que sonhar
Só faz demonstrar
Que o sonho termina quando a gente acordar
E soubermos que tudo
Não passou do que passou
Por nós, mas não ficou
Por entre muros


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