
Um Rio Grande Que Não Morre
César Lindemeyer
Quem se deixa levar pela força da imagem
Que moldura os cenários do interior
Sentir a vibração dos costumes que fazem
Pela esteira da história dessa terra maior
Seja a voz do recado a cantar liberdades
A florzita do campo enfeitando a semana
O sorriso do peão que gastou na cidade
O domingo nos braços de uma tirana
Seja acordes de gaita animando bailão
Ou fandango de gala nos centros sociais
Ou num palco de um rancho onde china e
Violão se alterna nos toques de quem toca Mais
Seja o grito se vieram que larga uma penca Emoções em três quadras levanta o clamor
Ou num jeito de olhar sarandeado de Prendas pura essência da vida jardim posto Em flor
Seja dança ou rodeio a tropeada e a tropa
Ou o fogo de chão sentinela dos pagos
Esse amor pelo sul do Brasil se renova
No aperto de mão no cevar do amargo
Esse éo nosso Rio Grande do Sul tradição
As vezes parece que a vida não pode
Eterniza ideais e nos dá direção porque
A Alma do tempo é gaúcha e não morre



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