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Vez por outra alguma tropa se perde sem deixar rastro
Leva sementes de pasto pra brotar em campo ajeno
Volta e meia algum moreno no altar duma pulpería
Trança rima em melodias amaciadas de sereno

Neste chão apaysanado, duas línguas, mesmo idioma
Do basto espora e cambona, do quero-quero e sorzal
Vento pampa oriental, brisa mansa brasileira
Que se mescla nas pradeiras num chamamento ancestral

Fronteira, nunca frouxemo o garrão
Fronteira, nem refuguemo bolada
Fronteira, semo mesmo um do outro
De mesma pega de potro
Da mesma lida campeira
Do velho e bueno "oh de casa"

La campana, un reservado, el tento crudo, el culero
Un redomón y el domero, retratos pra botar em quadro
Bocal, rédea, cacho atado, milonga, poncho y pañuelo
E uma história de sinuelo num amor contrabandeado

São essas coisas nativas no dia-a-dia da linha
De um destino que caminha cambiando às vezes de pago
Se é de um ou de outro lado, depende das circunstâncias
Duas pátrias, mesma estância, dos dois lados do alambrado

Fronteira, nunca frouxemo o garrão
Fronteira, nem refuguemo bolada
Fronteira, semo mesmo um do outro
De mesma pega de potro
Da mesma lida campeira
Do velho e bueno "oh de casa"

Escrita por: Anomar Danubio Vieira / MAURO MORAES. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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