Filho do Mato
Cícero Vieira
Eu sou sertanejo de pele e mão grossa
Me criei nos campos, sou feliz na roça
Converso com os pássaros, contemplo o coqueiro
Descanso na sobra do velho umbuzeiro
Falos com as flores e vejo o Sol nascer
Não tenho ganancias, o mal não me atinge
Confio naquele que não trai, nem finge
Só Deus me limita, ninguém me restringe
Não vejo outro canto melhor pra viver
Eu danço na chuva que enche o regato
Eu vivo da terra, sou filho do mato
Eu nado com os peixes e limpo a represa
Sou filho adotivo da mãe natureza
O céu é meu teto, minha alma flutua
Quando olhos as estrelas, e namoro a Lua
Me deito na relva, me banho nas fontes
Desfilo nas pedras, escalando os montes
Toda a tarde assisto o Sol se esconder
Daqui me deleito com as borboletas
O rastro deixados do céus por cometas
A não ser que exista em outros planetas
Não vejo outro canto melhor pra viver
Eu danço na chuva que enche o regato
Eu vivo da terra, sou filho do mato
Eu nado com os peixes e limpo a represa
Sou filho adotivo da mãe natureza



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