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Tempo de Estiagem

Ciranda Guerreiros Mura

A sabedoria milenar
Ensina o caboclo a aguardar
O ciclo da praga a encerrar
Brota o verde nasce a esperança
As águas se vão vem a bonança

E tempo de estiagem
Terra de várzea a plantação
Antes que a seca nós consuma
Nós alegra o coração
Revela nutrindo a terra
Seus segredos brotaram

Vem ver, (vem ver)
Os raios do Sol emoldurado o arrebol
Vem ver, (vem ver)
Os fachos de luz refletindo nas águas
O alvorecer

Nem tudo são flores, das folhas horrores
Praga da várzea, lagarta maldita
Brota da terra praga medonha
Praga da seca subterrânea

No bailado dos ventos, as folhas se vão
Levando consigo toda a incerteza
É no dia seguinte a mãe natureza
Revela o ciclo de rara beleza
Se foi a estiagem, vai embora a tristeza!

Vem ver, (vem ver)
Os raios do Sol emoldurado o arrebol
Vem ver, (vem ver)
Os fachos de luz refletindo nas águas
O alvorecer

Escrita por: Lurdem Cley / Hemanyel Pinheiro / Gamaniel Pinheiro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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