DA SIBÉRIA AO ASFALTO
Cláudio Fontenelle
O silêncio fala mais alto que as palavras
Seus olhos, meu oceano
Tenho medo de me afogar neste sentimento
Mas eu já estou lá, sem deixar rastros
É um segredo entre dois, em meio ao barulho da cidade grande
Apenas me abrace até o mundo acabar
Sente o calor, não precisa traduzir
No balaço de mar deixo o corpo fluir
Diz que me ama vale a pena teu olhar
Duas vidas um ritmo no mesmo lugar
Da Sibéria ao asfalto de Salvador
Da Sibéria ao asfalto de Salvador
O nosso destino é esse suor
O nosso destino é esse suor
O nosso destino é esse suor
O fuso horário parou quando eu te vi
Um sotaque de neve que me seduziu
No compasso do grave, o beijo encaixou
O que a gente sente, o mundo escutou
Não é só desejo, é o fogo que arde
Nesse asfalto quente, antes que seja tarde
Tua mão na minha, o destino traçou
Sente o calor, não precisa traduzir
No balanço desse mar deixa o corpo fluir
Dizer que me ama, vai além do teu olhar
Duas vidas, um ritmo, mesmo lugar
Da Sibéria ao asfalto de Salvador
Da Sibéria ao asfalto de Salvador
O nosso destino é esse suor
O nosso destino é esse suor
Para sempre, para sempre
Só nos dois, Encontrei meu amor em
Salvador, Bahia
Vou me casar com uma mulher.
Da Sibéria ao asfalto, nosso amor



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