
Chão de Barro
Claudio Gurgel
Como estação onde abandonada já não chega o trem.
Meu coração há muito tempo não passa ninguém.
Nas marcas de um pneu de carro.
Eu sigo nesse chão de barro.
Nesse abandono fujo das lembranças da cidade.
E perco o sono tentando adormecer minha saudade.
Nas marcas de um pneu de carro.
Eu sigo nesse chão de barro.
Persigo as marcas da minha agonia.
Fantasma do que eu fui um dia.
No interior solidão tão verde da paisagem.
O meu amor corre o espaço em busca da sua imagem.
Nas marcas de um pneu de carro.
Eu sigo nesse chão de barro.
Persigo as marcas da minha agonia.
Fantasma do que eu fui um dia.



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