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Chamei Você
Claudio Louvor
Chamei Você
Ei, o tempo do silêncio acabou
A noite que era longa se findou
E, nessa tua prova, eu pus um fim
Ei, eu sei que marcas vão querer ficar
Mas é para que você possa lembrar
Das guerras que lutou e venceu
Não há por que você pensar em desistir e querer parar
Por conta de flechas e calúnias que querem te matar
Eu te ponho debaixo de minhas asas e te protejo
O erro deles é pensar que no meio da estrada eu te deixei
Aí, pensam que podem te arrancar de onde te coloquei
Mas não tiram e não mexem com você
Pois fui eu que te chamei
Eu chamei você
E sobre você derramei unção
Escrevi seu nome na palma da minha mão
Te avistei quando ninguém apostava em você
Nem dava atenção
Aí, te moldei, te coloquei no deserto e te provei
Se falava com você, em silêncio fiquei
Permiti perseguições e até mesmo flecha
Mas eu te livrei
Quanto mais te provava, algo que eu já sabia foi notado
Confirmando mais ainda o teu chamado
É que, ao invés de murmurar, você fazia o contrário
Enquanto eu te provava, você me adorava
Enquanto eu te provava, você me exaltava
Enquanto eu te provava, você me enaltecia
Enquanto eu te provava, você me engrandecia
Foi por isso que dos meus eu te escolhi
Para ser o profeta que eu sempre quis
No momento que ninguém escolheu te ter
Eu te avistei de longe
Me levantei e chamei você
Chamei você pra profetizar
Chamei você pra me adorar
Chamei você pra louvar o meu nome
Chamei você no meio dos homens
Chamei você pra surpreender
Chamei você pra me engrandecer
Chamei você pra as nações curar
Chamei você para te usar
Eu sou o teu Deus
Te escolhi dentre os meus e te santifiquei
Como sempre estou certo, eu não me enganei
Você é um escolhido, pois foi eu que te chamei
Te Llamé
Ei, se acabó el tiempo de silencio
La larga noche ha terminado
Y en esta prueba que te puse, le pongo fin
Ei, sé que las marcas querrán quedarse
Pero es para que recuerdes
Las guerras que luchaste y venciste
No hay razón para que pienses en rendirte y querer parar
Por las flechas y calumnias que quieren matarte
Te pongo bajo mis alas y te protejo
Su error es pensar que en medio del camino te abandoné
Piensan que pueden arrancarte de donde te puse
Pero no te quitan ni te afectan
Porque fui yo quien te llamó
Te llamé
Y sobre ti derramé unción
Escribí tu nombre en la palma de mi mano
Te vi cuando nadie apostaba por ti
Ni te prestaba atención
Te moldeé, te puse en el desierto y te probé
Si te hablaba, me quedaba en silencio
Permití persecuciones e incluso flechas
Pero te liberé
Mientras te probaba, tú me adorabas
Mientras te probaba, tú me exaltabas
Mientras te probaba, tú me enaltecías
Mientras te probaba, tú me engrandecías
Por eso te elegí entre los míos
Para ser el profeta que siempre quise
En el momento en que nadie te eligió
Te vi desde lejos
Me levanté y te llamé
Te llamé para profetizar
Te llamé para adorarme
Te llamé para alabar mi nombre
Te llamé en medio de los hombres
Te llamé para sorprender
Te llamé para engrandecerme
Te llamé para sanar a las naciones
Te llamé para usarte
Soy tu Dios
Te elegí entre los míos y te santifiqué
Como siempre tengo razón, no me equivoqué
Eres un elegido, porque fui yo quien te llamó



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