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Barracão É Seu
Clementina de Jesus
Barracão É Seu
Barracão é seu, vou desocupar
Coração é meu, vou desabafar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Barracão é seu
Eu vou desocupar
Quero mostrar a senhora
Que eu tenho onde morar
Se o barracão é seu
Pode ir fingida mulher
Tens o coração de anjo
As feições de Lúcifer
Barracão!
Barracão é seu, vou desocupar
Coração é meu, vou desabafar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Uma dúzia de mulheres
Eu queria governar
Três Odetes, três Marias
Três Judites, três Guiomar
Eu queria ser balaio
Da colheita do café
Para andar dependurado
Na cintura da mulher
Barracão!
Barracão é seu, vou desocupar
Coração é meu, vou desabafar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Lá vem a morte pescando
De caniço e samburá
Quando a morte pesca peixe
Que fome não há por lá
Ao cantar este samba
Me lembro do Maestro Fon-Fon
Gravando na Companhia Odeon
Barracão!
Barracão é seu, vou desocupar
Coração é meu, vou desabafar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Não quero mais teu amor
Nem tampouco teus carinhos
Prefiro viver nas matas
Como vivem os passarinhos
Vai-te embora enganadeira
Não me venhas enganar
Não nem venha dar o papo
Que me deu a Guiomar
Barracão!
Barracão é seu, vou desocupar
Coração é meu, vou desabafar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Estrela do céu que brilha
No azul do firmamento
O nome daquele ingrato
Não me sai do pensamento
Da Bahia me mandaram
Um presente num balaio
Era um corpo de gente
Cabeça de papagaio
Barracão é seu, vou desocupar
Coração é meu, vou desabafar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Eu queria ser balaio
Balaio eu queria ser
Para andar dependurado
Nas cadeiras de você
Eu sou o João da Gente
Não nego meu natural
Eu defendo a Portela
No dia de Carnaval
Barracão!
Barracão é seu, vou desocupar
Coração é meu, vou desabafar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Sou a mana Clementina
Conhecida devagar
Oi, lá em Mangueira
Todo mundo quer saudar-me
Quem não pode, não intima
Deixa quem pode intimar
Quem não pode na carreira
Vai andando devagar
Barracão!
Barracão é seu, vou desocupar
Coração é meu, vou desabafar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Minha mãe me botou fora
Foi no tempo da miséria
Tinha eu quatorze anos
Veja que tamanho eu era
De Mangueira, vem Cartola
Do Estácio, Ismael
Da Portela vinha o Paulo
Que era o nosso Deus no céu
Barracão!
Barracão é seu, vou desocupar
Coração é meu, vou desabafar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
Me dá meu violão que eu vou me embora
Quero mostrar a senhora que eu tenho aonde morar
El Barracón es Tuyo
El barracón es tuyo, voy a desocupar
El corazón es mío, voy a desahogar
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
El barracón es tuyo
Voy a desocupar
Quiero mostrarle a la señora
Que tengo dónde vivir
Si el barracón es tuyo
Puedes ir, mujer fingida
Tienes el corazón de ángel
Las facciones de Lucifer
Barracón!
El barracón es tuyo, voy a desocupar
El corazón es mío, voy a desahogar
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Una docena de mujeres
Quisiera gobernar
Tres Odetes, tres Marias
Tres Judites, tres Guiomar
Quisiera ser cesto
De la cosecha del café
Para andar colgado
En la cintura de la mujer
Barracón!
El barracón es tuyo, voy a desocupar
El corazón es mío, voy a desahogar
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Ahí viene la muerte pescando
Con caña y red
Cuando la muerte pesca peces
No hay hambre por allá
Al cantar este samba
Recuerdo al Maestro Fon-Fon
Grabando en la Compañía Odeon
Barracón!
El barracón es tuyo, voy a desocupar
El corazón es mío, voy a desahogar
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
No quiero más tu amor
Ni tampoco tus cariños
Prefiero vivir en los bosques
Como viven los pajaritos
Vete engañadora
No vengas a engañarme
No vengas a darme el cuento
Que le diste a Guiomar
Barracón!
El barracón es tuyo, voy a desocupar
El corazón es mío, voy a desahogar
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Estrella del cielo que brilla
En el azul del firmamento
El nombre de ese ingrato
No sale de mi pensamiento
De Bahía me mandaron
Un regalo en un cesto
Era un cuerpo de gente
Cabeza de loro
El barracón es tuyo, voy a desocupar
El corazón es mío, voy a desahogar
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Quisiera ser cesto
Cesto quisiera ser
Para andar colgado
En las sillas de usted
Soy Juan de la Gente
No niego mi naturaleza
Defiendo a Portela
En el día de Carnaval
Barracón!
El barracón es tuyo, voy a desocupar
El corazón es mío, voy a desahogar
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Soy la hermana Clementina
Conocida poco a poco
Hola, en Mangueira
Todos quieren saludarme
Quien no puede, no intimida
Deja a quien puede intimidar
Quien no puede correr
Va caminando despacio
Barracón!
El barracón es tuyo, voy a desocupar
El corazón es mío, voy a desahogar
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Dame mi guitarra que me voy
Quiero mostrarle a la señora que tengo dónde vivir
Mi madre me echó
Fue en tiempos de miseria
Tenía catorce años
Mira qué tamaño tenía
De Mangueira viene Cartola
Del Estácio, Ismael
De Portela venía Paulo
Que era nuestro Dios en el cielo
Barracón!



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