
Despersonalização
Clube Dezenove
Eu vago à toa
Eu vivo a vida de outra pessoa
Me observo de longe, meu corpo distante
Sons altos viram meu fracasso
Estou no auge de loucura
Foi-se o tempo de fartura
Drogas desde cedo, agora, um pesadelo
Infância solitária, só eu e meu anjo da guarda
Vozes na minha cabeça, fazendo com que eu me perca
Com toda essa ventania, gastei horrores em terapia
Muito estressada, mais um pouco, mato alguém na martelada
Eu era uma criança calma, mas bem calada
Estupidamente reservada, agora, nada me acalma
Eu estou doente, caí na armadilha da minha mente
Nada disso é real
As pessoas mentem, sorriem com os dentes, perguntam se você está contente
Todo mundo esperou o pior de mim
Eu senti a dor aqui
Estou vagando persistentemente
Cada vez, me sinto um indigente



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