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10 Anos Perdidos (parte 2)

Condenação Brutal

Letra

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10 Anos Perdidos (parte 2)

A sombra me persegue, o passado me segue
cicatrizes no corpo trazem transtorno.
palma ferida, esquizofrenia, perseguição mania,
corredor da agonia
Parece que foi ontem, parece que foi hoje
Estou puto, sem nenhum puto, perdi tudo a mulher que me pôs no mundo
O castigo foi justo, Deus é justo, eu fui injusto
um negro trajando luto, confuso, sem rumo
é como eu me sinto, não omito nem minto
Chorar, me emocionar, sorrir, me divertir, coisas
simples assim se afastaram de mim.
O ódio me domina, não controlo a minha ira
imagens refletem na retina.
Me regenerei não sei, só sei qualidades aperfeiçoei.
Olho a face desse homem quantos anos tem, olhei para
mim me acabei, me acabei.
Coração flagelado, sentimento magoado
ainda estou acordado, pensando no amanhã.

REF:
E nem sei se vou viver, e nem sei se vai chegar
O tempo é quem vai dizer, dizer o que eu tenho que
saber
E nem sei se vou viver, e nem sei se vai chegar
O tempo é quem vai dizer,dizer o que eu tenho que
aprender.

Vida de um cidadão, emprego, construção
mania de perseguição, frustração
Olhares atentos em mim, eles tem medo de mim
Me recriminam assim:
Eu vim sobre o anúncio de emprego, ainda tem vaga?
Desculpe já foram todas preenchidas!
Tirem suas conclusões alilalau e os 40 ladrões
cadeia pra botões, roubar milhões, motivo de comemorações.
A mão estremece ao lembrar da prece ainda padece
cabisbaixo, capacho do fracasso, tenho o mundo como
inimigo, o desprezo com amigo, sem abrigo, feito um rato rastejando no mato fugindo de pilatos.
Verme sútil, me possuiu, sentiu, sentiu, que arrepio.
Mesmo em libertina eu sinto a fedentina, pouco a pouco me contamina
Como finado, corpo tomado, fedido, mal pago
não tô valendo mais nada
A sociedade me descarta igual a uma nota
velha rasgada.
Jamais falarei: dessa água não beberei
Uma vez presidiário, presidiário pra sempre eu serei
basta estar vivo pra morrer mas eu quero viver
como será o meu amanhecer.

REF:
E nem sei se vou viver, e nem sei se vai chegar
O tempo é quem vai dizer, dizer o que eu tenho que
saber
E nem sei se vou viver, e nem sei se vai chegar
O tempo é quem vai dizer,dizer o que eu tenho que
aprender.

Sem essa de digno de dó, não vou conspirar é isso que
eu fui
Mais um bêbado filho da puta e só
Não vou passar por inocente nem aqui, nem no
ocidente
Tô ciente, sofri terrivelmente.
Sonhei com a fama, acordei em drama
toda moral enterrada na lama, tudo tem limite. Consepção da vida admite, o céu é o
limite.
Os heróis temem e mentem e não entendem
que nada é pra sempre.
Maldito homem que confia no homem,
homens que não honram seus nomes
Redimi, admiti, errei sim
Mas sabe lá o que é não ter o que ter pra dar
Mas sabe lá o que eu perdi se vou encontrar, sei
lá. Vida repulguinante dimiliante, fui ignorante.
Nada mais me fascina, nem dinheiro, nem puteiro
Nada mais me fascina a sensação de ser o melhor fui o
pior.
Me fascina a liberdade que eu perdi na esquina
Vou resgatar a alto-estima
Cabeça erguida, cicatrizar ferida
O tempo há de conceder e eu de merecer a reviver.
Estou ferido mais vivo, me recuperando para o próximo
conflito
Sonhos coloridos, esperanças vir
A noite já veio é tarde
Meu filho já dormiu, ainda estou acordado.

REF:
E nem sei se vou viver, e nem sei se vai chegar
O tempo é quem vai dizer, dizer o que eu tenho que
saber
E nem sei se vou viver, e nem sei se vai chegar
O tempo é quem vai dizer, dizer o que eu tenho que
aprender.

Esta foi uma história verídica de um homem que
representou várias
A sociedade te deu a arma,
te colocou atrás das grades, agora mesmo em liberdade
te persegue.
O homem sem liberdade é o mesmo que um pássaro
com as asas feridas sem poder voar.

(Eu quero a paz de viver solto
vai dizer que sou, que sou não).

ManDinHaá ;*

10 Años Perdidos (parte 2)

La sombra me persigue, el pasado me sigue
cicatrices en el cuerpo traen trastorno.
palma herida, esquizofrenia, manía de persecución,
corredor de la agonía
Parece que fue ayer, parece que fue hoy
Estoy enojado, sin un peso, perdí todo la mujer que me trajo al mundo
El castigo fue justo, Dios es justo, fui injusto
un negro vistiendo luto, confuso, sin rumbo
es como me siento, no omito ni miento
Llorar, emocionarme, sonreír, divertirme, cosas
simples así se alejaron de mí.
El odio me domina, no controlo mi ira
imágenes reflejan en la retina.
Me regeneraré no sé, solo sé que cualidades perfeccioné.
Miro la cara de este hombre cuántos años tiene, miré para
mí me acabé, me acabé.
Corazón flagelado, sentimiento herido
aún estoy despierto, pensando en el mañana.

CORO:
Y no sé si viviré, y no sé si llegará
El tiempo dirá, dirá lo que debo
saber
Y no sé si viviré, y no sé si llegará
El tiempo dirá, dirá lo que debo
aprender.

Vida de un ciudadano, empleo, construcción
manía de persecución, frustración
Miradas atentas en mí, tienen miedo de mí
Me recriminan así:
Vine por el anuncio de empleo, ¿aún hay vacante?
¡Disculpe, ya todas fueron ocupadas!
Saquen sus conclusiones alilalau y los 40 ladrones
cárcel para botones, robar millones, motivo de celebraciones.
La mano tiembla al recordar la plegaria aún padece
cabisbajo, felpudo del fracaso, tengo al mundo como
enemigo, el desprecio con amigo, sin abrigo, como una rata arrastrándose en el mato huyendo de Pilatos.
Gusano sutil, me poseyó, sintió, sintió, qué escalofrío.
Aún en libertina siento la fetidez, poco a poco me contamina
Como difunto, cuerpo tomado, fétido, mal pagado
ya no valgo nada
La sociedad me descarta igual que un billete
viejo rasgado.
Jamás diré: de esta agua no beberé
Una vez presidiario, presidiario para siempre seré
basta estar vivo para morir pero quiero vivir
cómo será mi amanecer.

CORO:
Y no sé si viviré, y no sé si llegará
El tiempo dirá, dirá lo que debo
saber
Y no sé si viviré, y no sé si llegará
El tiempo dirá, dirá lo que debo
aprender.

Sin esa dignidad de lástima, no conspiraré eso fui
Solo otro borracho hijo de puta
No pasaré por inocente ni aquí, ni en el
occidente
Estoy consciente, sufrí terriblemente.
Soñé con la fama, desperté en drama
toda moral enterrada en el lodo, todo tiene límite. Concepción de la vida admite, el cielo es el
límite.
Los héroes temen y mienten y no entienden
que nada es para siempre.
Maldito hombre que confía en el hombre,
hombres que no honran sus nombres
Redime, admite, erré sí
Pero quién sabe lo que es no tener lo que dar
Pero quién sabe lo que perdí si encontraré, quién sabe. Vida repugnante, fui ignorante.
Nada más me fascina, ni dinero, ni burdel
Nada más me fascina la sensación de ser el mejor fui el
peor.
Me fascina la libertad que perdí en la esquina
Rescataré la autoestima
Cabeza en alto, cicatrizar herida
El tiempo ha de conceder y yo de merecer revivir.
Estoy herido pero vivo, recuperándome para el próximo
conflicto
Sueños coloridos, esperanzas vienen
La noche ya llegó es tarde
Mi hijo ya durmió, aún estoy despierto.

CORO:
Y no sé si viviré, y no sé si llegará
El tiempo dirá, dirá lo que debo
saber
Y no sé si viviré, y no sé si llegará
El tiempo dirá, dirá lo que debo
aprender.

Esta fue una historia verídica de un hombre que
representó varios
La sociedad te dio el arma,
te puso tras las rejas, ahora mismo en libertad
te persigue.
El hombre sin libertad es como un pájaro
con las alas heridas sin poder volar.

(Quiero la paz de vivir suelto
dirá que soy, que soy no).


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