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De Onde Venho? Periferia Idolatrada

Consciência X Atual

Letra

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De Onde Venho? Periferia Idolatrada

Saudosa Maloca, maloca querida
Din din donde nós passemos
Dias feliz de nossas vidas

(Minha Área pode acreditar)

Saudosa Maloca, maloca querida
Din din donde nós passemos
Dias feliz de nossas vidas

(Cada bairro uma história para se contar)

Cadê meu povo? Olha nós aqui de novo
Pra representar a fé do mais louco
Com o bom e velho proceder malandreado
Firmeza meu Truta! Pela Ordi aquele abraço
Ai doutor mais respeito com essa gente
Que no lugar da gravata, prefere ser decente
Ciente dos problemas, da troco no sistema
Ação de contra-ataque, abracadabra em cena
Olha a hora senhora, Segunda brava
Acorda quem cochila, quem tava na gandaia
Quem é do sereno e vive na neblina
Na brisa, sem o dia não há boemia
Sol nascente, busa lotado,
Olha a mão na carteira,
Tô mais sossegado,
Serão duas horas até o destino
Tem quem chega, tem quem da perdido
Vive de trambique e dos próprios erros
Camelô do humor, sempre cabreiro
Um por todos e todos por um,
A união faz a raça no conceito da rapa
Que não abraça a ideia de político
Aqui patifaria acaba em homicídio
Ô Manô, quem caguetou
Discou um nove zero, se condenou
Espanou, quebrou o sigilo da quebra,
Já ta ciente, não anda mais com a gente
Doze por doze horas, o corre é constante
Cada um faz o que sabe, sem puxar um flagrante
Se o dinheiro é suado ( É abençoado)
Quem tira dos pobres ( É amaldiçoado)
Dignidade aqui tem morada
Coragem atitude, "breu" na cara
Responsa, amor pelo time do coração,
Final do campeonato no país do futebol
Emoção, esperança, movida pela fé
É na garra é na raça que a maloca ta de pé
Eu não te deixo, não te troco, jamais te vendi
Com os velhos aprendi, a te dar valor...
(Nós cantemos assim)

(Há quem chore ao ver você sorrir)

Saudosa Maloca, maloca querida din din donde nós passemos dias feliz de nossas vidas

(Cada bairro uma história para se contar)

Saudosa Maloca, maloca querida din din donde nós passemos dias feliz de nossas vidas

(Minha Área pode acreditar)

Com licença, as minhas considerações,
À Favela e à Coabe,
Satisfação em poder expressar, salve salve comunidade
Saudoso povo, saudosa mãe gentil, querida
Agradecido pelos dias felizes de minha vida
Onde eu escrevi a minha história,meu itinerário, meu gráfico
Pela justiça, eu sou um revolucionário
Ô periferia amada e idolatrada
Que força estranha, que fortifica a minha autoestima diária
Me emocionei ao te ver sorrir, também sofri ao te ver chorar
Mas na caminhada, aprendi a respeitar sua dor
Respeitar teu silêncio
Adormecer e despertar em seu berço, hospedeiro
São quase vinte anos de convivência com o fracasso
Ao esplendor entre a ignorância e a consciência
Terra adorada que sonha com a igualdade,
Tráfico de idéias, contos do Crime, Ressurreição e Obra de Arte
São compromissos que resgatam as razões para viver,
Eu posso ser, ou não ser, acreditar em mim em você,
Sei que somos desacreditados pelo burguês,
Que humilha o carente e o pobre,
Corre boy que é a minha vez,
Que se dane seu dinheiro e sua posição social,
Aqui é o gueto que chacoalha seu emocional,
De onde eu venho a riqueza é humildade,
Valores e princípios da solidariedade,
Ô favela, tem bico que nasce em teu solo,
Na angustia, na depressão chora em teu colo,
Mas o sonho de consumo dele:
É Boa Vista ou Ribeirãnea
Te esquece, te despreza e na tv te envergonha
Desfilando: de baby look, calca de linho,
Mocassim no pé, de brinco, ta se achando o zé gatão,
De cabelo alisado tingido, Olha o galã clone do Jorge Lafon
Rebola por dinheiro, estilo um Cuzãooo, O Tigrão, man blue
Nem me envolvo nessas fitas,
Não pago pau pra moda,
E nem pra boxixo de marica,
Minha jornada é minha missão, é a conscientização
Para que não haja, destruição nem podridão entre os irmão,
Em cena é, o interior é a cena
Ai louco, Ribeirão Preto,
Do Comercial, ao Botafogo
Somos periferia, favela consciente
Abracadabra nato, hoje e sempre
Saudosa mãe gentil querida, olhe por teus filhos
Atrás das grades, o perrei é de mil giros,
Aos teus pés, está arrependido, senti saudades
No teu carinho soberano, no teu ar de liberdade
O tempo é o tempo, existe um tempo exato
Viva o gueto, na cena como somos gratos
(Nós cantemos assim)
Sou seu súdito aprendiz

Saudosa Maloca, maloca querida
Din din donde nós passemos
Dias feliz de nossas vidas

(Minha área pode acreditar)

Saudosa Maloca, maloca querida
Din din donde nós passemos
Dias feliz de nossas vidas
(cada bairro uma história para se contar)

Saudosa Maloca, maloca querida
Din din donde nós passemos
Dias feliz de nossas vidas

Saudosa Maloca, maloca querida
Din din donde nós passemos
Dias feliz de nossas vidas

Saudosa Maloca, maloca querida
Din din donde nós passemos
Dias feliz de nossas vidas

(cada bairro uma história para se contar)

Joga as cascas pra lá (Abracadabra)
Joga as cascas pra lá (Abracadabra)
Joga as cascas pra lá (Abracadabra)
Joga as cascas pra lá (Abracadabra)
Joga as cascas pra lá (Abracadabra)
Joga as cascas pra lá (Abracadabra)

¿De Dónde Vengo? Periferia Idolatrada

Saudosa Maloca, querida maloca
din din donde pasamos
Días felices de nuestras vidas

(Mi área puede creer)

Saudosa Maloca, querida maloca
din din donde pasamos
Días felices de nuestras vidas

(Cada barrio tiene una historia que contar)

¿Dónde está mi gente? Aquí estamos de nuevo
Para representar la fe del más loco
Con el buen y viejo proceder astuto
¡Firmeza, mi pana! Por la Ordi, ese abrazo
Oye, doctor, más respeto con esta gente
Que en lugar de corbata, prefiere ser decente
Conscientes de los problemas, damos pelea al sistema
Acción de contraataque, abracadabra en escena
Mira la hora, señora, Lunes bravo
Despierta quien dormita, quien estaba de fiesta
Quien es de la noche y vive en la neblina
En la brisa, sin el día no hay bohemia
Sol naciente, bus lleno
Cuidado con la cartera,
estoy más tranquilo,
Serán dos horas hasta el destino
Hay quienes llegan, hay quienes se pierden
Viven de trucos y de sus propios errores
Vendedor ambulante del humor, siempre desconfiado
Uno para todos y todos para uno,
la unión hace la fuerza en el concepto de la banda
Que no abraza la idea de político
Aquí la travesura termina en homicidio
Oye, hermano, el que delató
Marcó un nueve cero, se condenó
Se descubrió, rompió el secreto de la ruptura,
ya está enterado, ya no anda con nosotros
Doce por doce horas, la acción es constante
Cada uno hace lo que sabe, sin caer en flagrancia
Si el dinero es sudado (es bendecido)
Quien roba a los pobres (es maldecido)
La dignidad tiene su hogar aquí
Coraje y actitud, oscuridad en la cara
Responsabilidad, amor por el equipo del corazón,
Final del campeonato en el país del fútbol
Emoción, esperanza, impulsada por la fe
Es con garra y coraje que la maloca se mantiene en pie
No te dejo, no te cambio, nunca te vendí
Con los viejos aprendí a valorarte...
(Cantemos así)

(Hay quienes lloran al verte sonreír)

Saudosa Maloca, querida maloca
din din donde pasamos
Días felices de nuestras vidas

(Cada barrio tiene una historia que contar)

Saudosa Maloca, querida maloca
din din donde pasamos
Días felices de nuestras vidas

(Mi área puede creer)

Con permiso, mis consideraciones,
A la Favela y a la Coabe,
Satisfacción de poder expresar, salve salve comunidad
Saudoso pueblo, querida madre gentil
Agradecido por los días felices de mi vida
Donde escribí mi historia, mi itinerario, mi gráfico
Por la justicia, soy un revolucionario
Oh periferia amada e idolatrada
Qué fuerza extraña, que fortalece mi autoestima diaria
Me emocioné al verte sonreír, también sufrí al verte llorar
Pero en el camino, aprendí a respetar tu dolor
Respetar tu silencio
Dormir y despertar en tu cuna, anfitrión
Son casi veinte años de convivencia con el fracaso
Al esplendor entre la ignorancia y la conciencia
Tierra adorada que sueña con la igualdad,
Tráfico de ideas, cuentos del Crimen, Resurrección y Obra de Arte
Son compromisos que rescatan las razones para vivir,
Puedo ser, o no ser, creer en mí en ti,
Sé que somos desacreditados por el burgués,
Que humilla al necesitado y al pobre,
Corre chico que es mi turno,
Que se joda tu dinero y tu posición social,
Aquí es el gueto que sacude tu emocional,
De donde vengo la riqueza es humildad,
Valores y principios de solidaridad,
Oh favela, hay pico que nace en tu suelo,
En la angustia, en la depresión llora en tu regazo,
Pero el sueño de consumo de él:
Es Boa Vista o Ribeirãnea
Te olvida, te menosprecia y en la tv te avergüenza
Desfilando: de baby look, pantalón de lino,
Mocasín en el pie, con aretes, se cree el galán
De cabello alisado teñido, Mira el clon del Jorge Lafon
Se menea por dinero, estilo un Cuzão, El Tigrão, man blue
No me meto en esas historias,
No adulo a la moda,
Ni a la tontería de marica,
Mi jornada es mi misión, es la concienciación
Para que no haya destrucción ni podredumbre entre los hermanos,
En escena, el interior es la escena
Ay loco, Ribeirão Preto,
Del Comercial, al Botafogo
Somos periferia, favela consciente
Abracadabra innato, hoy y siempre
Saudosa madre gentil querida, cuida a tus hijos
Tras las rejas, el perreo es de mil giros,
A tus pies, está arrepentido, siente nostalgia
En tu cariño soberano, en tu aire de libertad
El tiempo es el tiempo, existe un tiempo exacto
Viva el gueto, en la escena como somos agradecidos
(Cantemos así)
Soy tu súbdito aprendiz

Saudosa Maloca, querida maloca
din din donde pasamos
Días felices de nuestras vidas

(Mi área puede creer)

Saudosa Maloca, querida maloca
din din donde pasamos
Días felices de nuestras vidas
(cada barrio tiene una historia que contar)

Saudosa Maloca, querida maloca
din din donde pasamos
Días felices de nuestras vidas

Saudosa Maloca, querida maloca
din din donde pasamos
Días felices de nuestras vidas

(cada barrio tiene una historia que contar)

Tira las cáscaras para allá (Abracadabra)
Tira las cáscaras para allá (Abracadabra)
Tira las cáscaras para allá (Abracadabra)
Tira las cáscaras para allá (Abracadabra)
Tira las cáscaras para allá (Abracadabra)
Tira las cáscaras para allá (Abracadabra)


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