Engula Seu Silêncio
Cotovelo de Lênin
Engula seu silêncio e grite
Não seja refém
Das "vítimas" da sociedade,
Das audácias dos bandidos
E suas pirotecnias com armas de fogo
Estamos todos no sufoco
E querem enterrar-nos mais e mais e mais
Vivos ou mortos para eles tanto faz
P'r'onde levaram o direito de ir e vir?
Só nos sobraram esconder-nos, correr, fugir
Eles estão pisando em nossos calos
E a gente nem aí p'ra reagir
Eles 'tão massacrando os nossos calos
E a gente não consegue resistir
Mudanças são malquistas
Quando alteram o status-quo
Nós queremos viver
Eles não se importam de morrer
Estamos em direções opostas
Rumando para a aniquilação
Sem esperança e futuro
Vivendo na brecha da justiça,
De habeas-corpus em habeas-corpus,
Adiamentos que atrasam a condenação
E todos muito calados, cordatos
Aguardando que eles nos condenem ao fogo
Eles estão pisando em nossos calos
E a gente nem aí p'ra reagir
Eles 'tão massacrando os nossos calos
E a gente não consegue resistir



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