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Letra

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Chega

Chega
Já me foi embora agora toda paciência
Eu não quero mais você e tenho consciência
De que tudo foi um tempo que eu vivi em vão
Nunca me passou ideia como essa na cabeça
Nunca em toda minha vida nada que pareça
Com a cara dessa sua imensa ingratidão

Eu que estava quieta no meu canto
Minha voz, meu som
Você veio de repente me tirar do tom
Atirando ignorância na minha canção
Rindo da otária que eu era por acreditar
Que encontrava a criatura que pudesse amar
E cuidar dignamente do meu coração
Mas não

Você se deu mal no seu blefe
Você tá fora do baralho
Você já não faz diferença nenhuma
Aqui você tá no vermelho
Entrou pra minha lista negra
Aqui você não tem moral nenhuma
Mas não pense que por causa disso
Eu vou perder meu sono

Eu lhe digo essas verdades e lhe abandono
Vá e leve as pedras que brotam na sua mão
Basta disputar a sinfonia de barbaridades
Que você compôs pra mim com tanta crueldade
Onde ecoa a melodia da humilhação
Eu saio desse filme de segunda que você rodou
Desse circo de horrores que você armou

Pra me ver ficando roxa, sem respiração
Rindo da otária que eu era por acreditar
Que encontrava a criatura que pudesse amar
E cuidar dignamente do meu coração
Mas não
Você se deu mal no seu blefe

Você tá fora do baralho
Você já não faz diferença nenhuma
Aqui você tá no vermelho
Entrou pra minha lista negra
Aqui você não tem moral nenhuma

Ya es suficiente

Ya se me fue toda la paciencia
No te quiero más y soy consciente
De que todo fue tiempo perdido
Nunca se me ocurrió algo así
Nunca en toda mi vida algo que se parezca
A la cara de tu inmensa ingratitud

Yo estaba tranquila en mi rincón
Mi voz, mi sonido
Y de repente llegaste a sacarme de quicio
Arrojando ignorancia en mi canción
Riéndote de la tonta que fui al creer
Que encontraría a alguien que pudiera amar
Y cuidar dignamente de mi corazón
Pero no

Te equivocaste en tu farol
Ya no estás en juego
Ya no significas nada
Aquí estás en números rojos
Entraste en mi lista negra
Aquí no tienes ninguna autoridad
Pero no pienses que por eso
Voy a perder el sueño

Te digo estas verdades y te abandono
Ve y lleva las piedras que brotan en tu mano
Basta de componer la sinfonía de barbaridades
Que creaste para mí con tanta crueldad
Donde resuena la melodía de la humillación
Salgo de esta película de segunda que rodaste
De este circo de horrores que armaste

Para verme quedando morada, sin aliento
Riéndote de la tonta que fui al creer
Que encontraría a alguien que pudiera amar
Y cuidar dignamente de mi corazón
Pero no
Te equivocaste en tu farol

Ya no estás en juego
Ya no significas nada
Aquí estás en números rojos
Entraste en mi lista negra
Aquí no tienes ninguna autoridad


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