
Versando Nogueira Nos Cem Anos do Ritmo Que É Nó Na Madeira
Diego Nicolau
Plantei no quintal do meu terreiro
Um gingado brasileiro de ioiô e de iaiá
Onde mora a essência
A luta de resistência
Da cultura popular
Samba é a força que nos guia
Samba, no meio da noite ou no claro do dia
Do morro pro asfalto, a arte venceu
Poema brotando em flor
Luz que irradia na alma do compositor
Lalalaiá laiá
Quando o tambor ressoar ôô
É negra nossa raiz ôô
É reza pro orixá
O canto de um sabiá feliz
Samba é nó na madeira, paixão derradeira
Amores que vem e vão
Melhor é viver de saudade
E até morrer de amor é bom
É por isso que eu vivo no clube do samba
Dessa gente bonita que é tradição
Abre a roda que eu quero ver
Todo mundo na palma da mão
Sou Nogueira, sou João
Meu céu é da águia altaneira
Meu chão é de Madureira
Saudade de um tempo que não se vai
E de fazer canções como as que fez meu pai
Cai, cai no samba, cai
Que o samba vai até de manhã
Cai, cai no samba
É a Cubango ao som de cavaco e tantan



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