
Dona da Rua
Diego e Victor Hugo
A vizinhança não entendeu nada
Vendo eu sair de mala e cuia
E só atravessar a calçada
E nessa rua meu som tá fazendo arruaça
Você solta um gritão da janela
Baixa o volume aí dessa bagaça
Pra mim tá confortável esse balcão
Eu vejo cê saindo
Cê chegando
Tô perto da cerveja que eu adoro
Tô perto da mulher que ainda amo
Quem mandou esse bar ser na mesma esquina que a sua?
E o som que te incomoda é a minha saudade nas alturas
Vem polícia e vai polícia
E o sofrimento continua
Cê é dona do meu coração, mas não é dona da rua
Quem mandou esse bar ser na mesma esquina que a sua?
E o som que te incomoda é a minha saudade nas alturas
Vem polícia e vai polícia
E o sofrimento continua
Cê é dona do meu coração, mas não é dona da rua
Ou cê volta ou cê muda
Pra mim tá confortável esse balcão
Eu vejo cê saindo
Cê chegando
Tô perto da cerveja que eu adoro
Tô perto da mulher que ainda amo
Quem mandou esse bar ser na mesma esquina que a sua?
E o som que te incomoda é a minha saudade nas alturas
Vem polícia e vai polícia
E o sofrimento continua
Cê é dona do meu coração, mas não é dona da rua
Quem mandou esse bar ser na mesma esquina que a sua?
E o som que te incomoda é a minha saudade nas alturas
Vem polícia e vai polícia
E o sofrimento continua
Cê é dona do meu coração, mas não é dona da rua
Ou cê volta ou cê muda
Vem polícia e vai polícia
E o sofrimento continua
Cê é dona do meu coração, mas não é dona da rua
Ou cê volta ou cê muda



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