Oh Meu Ribatejo
Diogo Ferreira
Logo ao despertar
Pela manhã eu vejo
O sol a brilhar
Nos campos do Ribatejo
Um campino guardando um toiro
E à noite um fado é um tesouro que dá voz ao coração
Oh meu Ribatejo
Do colete encarnado
Das tertúlias fadistas
E das esperas de gado
Quando chego à noitinha
Em ti me revejo
Sempre em todo o lugar vou convosco afirmar que sou do Ribatejo
Um toiro bravo na praça
Da muita assusta
Será pegado com graça à tarde na chamusca
Em novembro pelo São Martinho
Castanhas, cavalos e vinho lá para os lados da Golegã
Oh meu Ribatejo
Do colete encarnado
Das tertúlias fadistas
E das esperas de gado
Quando chego à noitinha
Em ti me revejo
Sempre em todo o lugar vou convosco afirmar que sou do Ribatejo
Quando chego à noitinha
Em ti me revejo
Sempre em todo o lugar vou convosco afirmar que sou do Ribatejo



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