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Nova Ilha

Dogmos

Ruas choram, sem medo de negativar
Praias ondulam, pra sua brisa velejar
O vento bate, o tempo reina
O que nos resta é a aproveitar a colheita
O vento bate, o tempo reina
O que nos resta é a aproveitar a colheita
O que plantamos é o que somos
Seremos donos de nossa imensidão
Se formos loucos pela arte de vencer, entre a escuridão e o alvorecer

Mas não guardo as folha do meu diário
Pois palavras perdem o significado
Perdem o sentido em nosso passado

Mergulha e relaxa, na corrente desse mar
Deixa que o vento vai lhe mostrar
Deixa o que sente naufragar, tudo há de renovar
Em sua nova ilha, em sua nova vida

Plantei florestas mas elas não duraram
Refleti e vi que não era de ser assim
Diversas vezes as dores me inflamaram
Uma culpa que fortaleceu a mim
Mulheres, doçuras, duquesas, passagens
Cartaz fora do meu baralho legado
Me de um diário pra prosar a discórdia
Pois o que chora é o tempo de agora

Mas não guardo as folha do meu diário
Pois palavras perdem o significado
Perdem o sentido em nosso passado

Mergulha e relaxa, na corrente desse mar
Deixa que o vento vai lhe mostrar
Deixa o que sente naufragar, tudo há de renovar
Em sua nova ilha, em sua nova vida

Escrita por: Matheus Menestrel / Octávio Garcia. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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