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Canção de Estrada

Doroteo Fagundes

Eu vivo livre como o vento ao passo do cavalo pela estrada afora
Sou rastro, passo, sou caminho
E faço do meu pinho minha distração
Nasci nas trilhas sou andejo e vejo como dóI uma solidão
Nasci nas trilhas sou andejo e vejo como dóI uma solidão

Eu deixo no rastro cantigas de amor
E sigo na trilha por onde ela for
E ao tranco na estrada por leguas sem fim
Encurto caminhos cantando pra mim

Eu vivo livre como o vento ao passo do cavalo pela estrada afora
Sou rastro, passo, sou caminho
E faço do meu pinho minha distração
Nasci nas trilhas sou andejo e vejo como dóI uma solidão
Nasci nas trilhas sou andejo e vejo como dóI uma solidão

No rumo dos raios da rosa dos ventos
Meu rastro há de estar a procura de alentos
Eu sorvo na estrada a minha canção
Que brota liberta, na voz do violão

Eu vivo livre como o vento ao passo do cavalo pela estrada afora
Sou rastro, passo, sou caminho
E faço do meu pinho minha distração
Nasci nas trilhas sou andejo e vejo como dóI uma solidão
Nasci nas trilhas sou andejo e vejo como dóI uma solidão

No rumo dos raios da rosa dos ventos
Meu rastro há de estar a procura de alentos
Eu sorvo na estrada a minha canção
Que brota liberta, na voz do violão

Eu vivo livre como o vento ao passo do cavalo pela estrada afora
Sou rastro, passo, sou caminho
E faço do meu pinho minha distração
Nasci nas trilhas sou andejo e vejo como dóI uma solidão
Nasci nas trilhas sou andejo e vejo como dóI uma solidão


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