
Tributo a Morte
Bacana
A noite chegou
E nada aconteceu
Alguém me chamou
Nem sei se estou
Nem sei quem sou eu
Sem estranheza
Um maremoto
Absorvo a solidão
Questionando as lembranças
Tentando encontrar em algum lugar do espaço
Ou do tempo
O mal que fiz a quem talvez
Esperando ela chegar em silêncio
Em segredo, sorrateira
Serena, calma e mansa como as ondas do mar
Que me olha sorrindo
Me alcança, me abraça, eu sou seu amigo
Traga consigo uma garrafa de champanhe ou aguardente
E se não bebo, vamos brindar
A hora é agora
Venha vestida num branco
Num branco brilhante, espetacular
Me receba com ternura
E me leve às alturas do fim impossível
Quero as mãos lhe ofertar, e também te abraçar
Dispensamos o velório
O enterro é do relógio
Joga aos peixes
Joga aos corvos e aos urubus bem mais sensato
Se fartarão da carne podre que me foi emprestada um dia
E lá no céu uma canção do Renato, do Agenor
Do Roberto, do Raul, do bacana, por que não?
Por que não?
E lá no céu uma canção do Renato, do Agenor
Do Roberto, do Raul, do bacana, por que não?
Vamos brindar e vamos cantar
No céu os anjos vão bailar
Bacana chegou pra ficar
Bacana chegou pra ficar
Os anjos vão bailar
Bacana chegou pra ficar



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