
Manhã do Juizo
Edgar Martins
Sonhei que a manhã do juízo
Rompeu ao tocar o clarim
Sonhei que as nações, junto ao trono
Reunidas estavam, enfim
Um anjo glorioso descendo
Se pôs sobre a terra e o mar
A mão para o céu apontando
Jurou não haver mais tardar
Milhões de perdidos choravam
Em clamor, tristezas e ais
Os vales bradavam aos montes
Mas, oh, era tarde demais
O rico surgiu, mas seu ouro
Em pó, a ferrugem desfez
A conta com Deus contraída
É grande demais desta vez
Estavam ali poderosos
Não tinham, contudo, poder
No livro, os anjos acharam
Nenhuma grandeza conter
Milhões de perdidos choravam
Em clamor, tristezas e ais
Os vales bradavam aos montes
Mas, oh, era tarde demais



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