
Entrada Franca
Eduardo Costa
Eu queria cantar pra você pra tentar te dizer que as noites são frias
Que o meu coração tá vazio, que quem tá perdido não escolhe um caminho
Mas nem tudo vai a ferro e fogo, você faz o jogo que a mágoa te ordena
E as palavras são folhas ao vento, não podem dizer que chorar vale a pena
Mas nos palcos dessa solidão, sem você na platéia ninguém vai me ouvir
E por mais que eu aumente o som, você de braços cruzados, não vai me aplaudir
Sei que as frases são balas perdidas que alguém deixou cair entre os vãos das poltronas
E o silêncio é o bilhete de entrada do arrependimento de quem abandona
Vem que a porta está aberta, que a entrada é franca
A dor de uma saudade, só um beijo arranca
Que a paixão é um petisco para o coração que ama
Vem que longe dos seus olhos qualquer filme é triste
Se a solidão me vaia, o amor insiste
Em decorar os palcos pra outra canção



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