
Dois Botos
Eduardo Du Norte
Cai a noite e o silêncio invade a madrugada
E a lua ilumina um rapaz encantador
Saído de um rio
E nos olhos ele traz o encanto
E no corpo tem beleza e espanto
Oh sinhá tome cuidado que esse boto é só luxúria e pranto
E logo mais tarde, adiante
No outro canto do rio
Outro boto desperta sereno
Malandro no rio
Nunca que se viu
Nem sequer se ouviu
De dois botos à procura de amor
Duelando entre si
Oh sinhá coração descuidado
Nessa dança de tantos bailados
Roda a saia, coração desvairado
Coração se encantou
E com o boto se foi
E um choro se ouviu
O outro boto voltou lá pra beira do rio



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