Porra de Matar a Fome de Indigente
Efierre
Sobre tijolos uma panela de pressão
Da família deitada sobre o papelão
Uma criança tocando flauta doce
E sua mãe tentando acender o carvão
Enquanto outros filhos descalços
Sem chinelos
Rasgam ainda mais seus pés no chão
Vocês não sentem culpa
Pelos os seus prazeres serem a desculpa de
Valas nessas panelas de pressão
Pois são recompensados pela incompetência
Do estado que só trabalha contra quem não
Pode comprar eleição
Quanto é a eleição?
Porra de matar a fome de indigente
O que vale é o lucro no bolso
Da gente
Sobre tijolos uma panela vazia de pressão
Da família deitada sobre o papelão
Uma criança tocando flauta doce
Me lembrou quando ganhei meu violão
E me fez perguntar o que seria de mim
Se alguém não tivesse me estendido as mãos com o coração
Estender as mãos é ter coração
Vocês não sentem culpa
Pelos os seus prazeres serem a desculpa
De valas nessas panelas de pressão
Pois são recompensados pela incoerência do
Estado que só trabalha contra quem não
Pode comprar eleição
Quanto é a eleição?
Porra de matar a fome de indigente
O que vale é o lucro no bolso
Da gente




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