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Numa estrada na beira da mata
No sertão distante aonde eu nasci
Entre as folhas de um velho coqueiro
Se escondia um ninho de um bem-te-vi

Eu me lembro quando era criança
Nas tardinhas que eu passava ali
O feliz passarinho me vendo
Alegre cantava, bem-te-vi
E o eco a dizer, bem-te-vi

Fiquei moço, deixei meu sertão
E a porteira da estrada chorando eu bati
Bem de longe avistei o coqueiro
Balançando as folhas distante sumi

Bem-te-vi magoado comigo
Porque dele eu não me despedi
Lançou triste nas ondas do vento
Seu canto de adeus, bem-te-vi
E o eco a dizer, bem-te-vi

Hoje aqui dessa grande cidade
Eu me lembro chorando o lugar que eu nasci
Eu já soube que aquele coqueiro
O meu triste adeus não pôde resistir

Numa noite, uma chuva de vento
Fez o velho coqueiro cair
Mas em sonho ainda vejo o coqueiro
E a ave cantando, bem-te-vi

E o eco a dizer, bem-te-vi
E o eco a dizer, bem-te-vi
E o eco a dizer, bem-te-vi
E o eco a dizer, bem-te-vi
E o eco a dizer, bem-te-vi


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