
Seita
Eliana Printes
Da sua seita eu sou incenso
Candeia da missão
O ócio que alimenta
Relógio e precisão
O céu que ainda te protege
A chuva que lhe cai e alivia
O leite, o mel, o alento
O alívio da sua sangria
Queria ser tudo que você queria
Mas nada agora está tão claro
Queria ser tudo que você queria
Mas nada agora está tão claro
Do seu asilo o paciente
Da sua casa a ventania
As flores da varanda
O que você lê todo dia
Quimeras, sonhos, odisséias
A chave que te abre o pensamento
Um cabo a contornar
A seda do seu catavento
Queria ser tudo que você queria
Mas nada agora está tão claro
Queria ser tudo que você queria
Mas nada agora está tão claro
Do seu abismo eu sou o chão
A carne que tremula
No mais íntimo desejo
Escrevo assinatura
O beco onde você se esconde
O choque que te queima e condena
Tormenta a te levar
A voz da sua cantilena
Queria ser tudo que você queria
Mas nada agora está tão claro
Queria ser tudo que você queria
Mas nada agora está tão claro, tão claro
Queria ser tudo que você queria
Mas nada agora está tão claro



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