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Praga
Elisa Coelho
Eu quero te ver
Sem ter nada, roendo calçada
Dormindo no chão!
Eu hei de te ver todo rasgado
Em minha porta, ajoelhado
Implorando meu perdão!
O meu perdão
Então ficarei sem vingança
De tanta pancada
Meu Deus, que horror!
E quando voltava pro distrito
Por ter feito algum conflito
Em favor do nosso amor!
Do nosso amor
Se tu não vieres
Por causa de outras mulheres
Eu irei te buscar!
Na nossa casa lá no morro
Nego, peste, vagabundo!
Meu mulato do outro mundo
E por você, eu quase morro
(Nego, peste, vagabundo!)
Escrita por: J. Aimberê. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Poeta. Subtitulado por Poeta. Revisión por Poeta. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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