
Sábado Morto / Eu Enquanto Pássaro (part. Xamã)
Erasmo Carlos
Quero me enforcar
Nos seus cabelos
Quero me perder
Nos seus conselhos
Quero ir aonde você for
Carregando todo o nosso amor
Minha mente e meu corpo
Nesse sábado morto
Eu quero lhe entregar
Quero me tornar
Suas palavras
Quero me esquecer
Nas caminhadas
Com você pelas calçadas
Vendo novas madrugadas
Minha mente e meu corpo
Nesse sábado morto
Eu quero lhe entregar
Eu quero lhe entregar
Por quantos sábados eu? E quanto o pássaro
Navego nos céus e cérebros, as 3h no chão do tártaro
Minha arte do próximo século, me apaixono, me arrisco e pulo
Errei no cálculo, te questiono, crio um palco imaginário e subo
Errei no método, te amo tanto, sem fazer São Paulo ter cores de vez em quando
Num sábado morto, numa merda de festa de branco, eu
Queria me afogar no seu cosmo, seu oceano
Castanho
Queria voltar no outro sábado e ver você cantando no banho
Pra voltar pro seu colo, enquanto eu for pássaro é melhor
E enquanto for sábado, me esquenta a cabeça, palito de fósforo, eu volto
No próximo estalo, na sátira de Sófocles
Minha fama de mau é tudo marketing
Te acho tão sexy de óculos
Ciclone na vida, são fases
Sábado morto
Minha mente e meu corpo
Eu quero lhe entregar
Sábado morto
Sábado morto
Não quero lhe entregar
Minha mente e meu corpo, nesse sábado morto
Eu quero lhe entregar
Quero, quero, quero
Eu quero lhe entregar
Eu quero, quero, quero
Eu quero lhe entregar
Eu quero, quero, quero, quero, quero lhe entregar
Quero, quero, quero
Eu quero lhe entregar
Sábado morto
Minha mente e meu corpo
Nesse sábado morto, eu quero lhe entregar



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