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Quando ouço um resmungo de gaita
Se alvorota minha alma campeira
E o meu peito já sai cabresteando
Gaguejando ao roncar da vaneira
Pois recordo de um baile de rancho
Com pandeiro e tinido de espora
A cordeona gemendo num canto
Noite adentro esquecida das horas

Dava gosto de ver o entreveiro
E a nuvem de pó que subia
Incendiando a noite campeira
Bem do jeito que a gente queria
Era saia de chita rodando
Era moço tinindo as esporas
Era veia perdendo as tamancas
E era velho de língua de fora

Qualquer dia me enfrasco de cânha
E me largo batendo na marca
Pra um surungo de fundo de campo
Que eu sou taura e me agrada a fuzarca
Me enforquilho nos braços da china
E me perco no meio da poeira
Quando estou arrastando as esporas
Me esqueço da segunda feira

Dava gosto de ver o entreveiro
E a nuvem de pó que subia
Incendiando a noite campeira
Bem do jeito que a gente queria
Era saia de chita rodando
Era moço tinindo as esporas
Era veia perdendo as tamancas
E era velho de língua de fora

Escrita por: Helena Fontana / Jorge Rodrigues. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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