
Ómi Tútu ao Olúfon – Água Fresca Para o Senhor de Ifón
Evandro Malandro
Epa babá xeu epa babá
Exu travesso no caminho de oxalá
Epa babá xeu epa babá
Nunca se esqueça do agrado de Bará
Quem reina em Ifón é o obá Funfun
Dobra o rum em seu louvor
Ebô, cauri, marfim, efum e acaçá
Pro dono do opaxorô
Que um dia foi visitar xangô no reino de Oyó
Ignorando o babalawô
Não deu padê pro dono do ogó
Senhor dos caminhos, exu
Cruzou a viagem de Obatalá
Três vezes maculando o branco do axó
Quem mandou babá não fazer o ebó!
Roubaram o cavalo de xangô
Foi ele! Foi ele, acusaram oxalá!
Quem roubou? Quem roubou, como assim?
Aquele é o cavalo do alafim!
Preso sete anos sua voz silenciou
A morte campeou à seca inclemente
O rei em desespero consultou ifá
E um babalaô não mente
Prenderam em seu reino um inocente
Quando o reencontro dos obás aconteceu
Ao povo de Oyó, xangô disse então:
Água fresca, água fresca
Lava a alma do senhor de Ifón
Água fresca, água fresca
Nessa noite de coroação
São três festas na matriz, chama pro xirê
Dá osé no ibá, toca o alabê
No ylê da Imperatriz eu quero me banhar
Com o axé das águas de Oxalá



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