
Cria de Cruz Alta
Evandro Zamberlan
Gauchada, o orgulho não me falta
Pois sou um índio que é cria de Cruz Alta!
Sou cruz-altense, sabedor dos pormenor
Onde a cordeona toca até num ré maior
E os “dançador” se entreveram assim no más
Igual aos tempos do bailão do Antero Braz
Enfrento tudo, bicho brabo e cara feia
Eu sou dos tauras que não foge da peleia
Pois a coragem é coisa que nunca falta
Sou da moda véia, eu sou cria de Cruz Alta!
Gauchada, o orgulho não me falta
Pois sou um índio que é cria de Cruz Alta!
Não facilito e não fujo do serviço
O que é dos outros não tenteio nem cobiço
Eu sou sereno quando assim alguém vier
Também sou áspre quando a situação requer
Pois não afrouxo no lançante mundo afora
O meu destino eu decido sem demora
E agradeço volta e meia na Santinha
Por ter nascido na Terra da Panelinha!
Gauchada, o orgulho não me falta
Pois sou um índio que é cria de Cruz Alta!
Gauchada, o orgulho não me falta
Pois sou um índio que é cria de Cruz Alta!



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