Invisível
Expresso Apocalipse
Corpos deitados
Na calçada
Rua qualquer
Do paraíso
Você não sabe
Do que eu gosto
Você não tem
O que eu preciso
Moral estirada
Na sarjeta
Olhos vermelhos
De tanta dooor
A mão esperando
Tua gorjeta
Sem carinhos
Sem amooooor
Vivo sonhando
Quase esquecido
Ando nas ruas
Sigo perdido
Eu sou invisível pra você
Eu sou invisível para mim
Sou mais um rosto de papel
A rua não tem mais fim
Nada muda minha
História
Esmola não serve
Pra ninguém
Quem sabe faz
A hora
Não preciso ser refém
Escrita por: Sérgio Luiz Da Costa Santos / Mário Luiz De Oliveira Marques. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
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