Orvalho Que Desce
Fábio Figueredo
O mundo em sequidão se distancia do senhor
Na ignorância, no falso amor
Não há mais coloração, o que era verde, murchou!
Pela ganância, o oásis secou
As mágoas levaram a vida que a raiz extraía da terra
A noite chegou
Só restaram lágrimas
Mas pela manhã a alegria virá!
Como o orvalho que desce e rega a plantação
Tua palavra trará transformação!
E onde era seco, sem vida
Se fará manancial!
Transbordando em alegria sem igual
Frutificando como nunca
Gerando sombra no calor
Assim será o homem que é lavado
E santificado pela tua palavra, senhor
Eu quero ser lavado (pela tua palavra, senhor!)
Também santificado (pela tua palavra, senhor!)
Eu quero frutificar vivendo a tua palavra, senhor!



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