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Menino de Rua
Familia Rocha
Menino de Rua
Perambulando pela rua, algo cortou meu coração
Uma criança abandonada me implorando pelo pão
Me ajude moço por favor, não tenho nada pra comer
Se não me deres esta noite irei morrer
Não tenho casa pra morar, mamãe tão cedo me deixou
Vivo debaixo das marquises vê como é grande a minha dor
Sou filho de mulher solteira que não procura nem me ver
Te juro moço minha vontade é de morrer
Lhe perguntei como disse Zezinho o um senhor
E sua mãe onde morava logo de assunto ele mudou
Mas a insistência petulante fez o garoto confessar
É vergonhoso, mas escute vou te contar
Mamãe não tem lugar seguro está por ai vagando ao leu
Sempre passando por apuros dormindo em quartos de motel
Me ajude moço estou faminto, pague um pastel pra mim comer
E enquanto eu como mais de mim tu vais saber
Eu não conheço meus avôs e nem desejo conhecer
Pois expulsaram minha mãe quando eu estava pra nascer
Papai dizia que cuidava da minha mãe, mas não cuidou
Não o conheço, pois a mim também deixou
Vivo vagando pelas ruas sem saber nem o ABC
Até parece que um dia pedi meus pais para nascer
Sou humilhado e maltratado como se eu fosse o pior cão
Obrigado moço Deus lhe pague pelo pão
Toda criança abandonada tem uma história pra contar
Se você sente amparado não deve a ele desprezar
Você que é uma mãe solteira não dê seu filho para os cães
A todo instante estenda a ele as suas mãos
Quantas crianças inocentes se transformando em animais
E esse é um drama persistente sempre nas grandes capitais
Mas eu espero que um dia Deus ouvirá minha oração
E a humanidade terá um novo coração
Niño de la Calle
Perambulando por la calle, algo cortó mi corazón
Un niño abandonado me suplicaba por pan
Ayúdame señor por favor, no tengo nada para comer
Si no me das esta noche, moriré
No tengo casa donde vivir, mamá me dejó muy pronto
Vivo bajo los toldos, mira qué grande es mi dolor
Soy hijo de una madre soltera que ni siquiera me busca
Te juro señor que mi deseo es morir
Le pregunté como dijo Zezinho a un señor
Y su madre, ¿dónde vivía? pronto cambió de tema
Pero la insistencia petulante hizo que el niño confesara
Es vergonzoso, pero escucha, te contaré
Mamá no tiene un lugar seguro, anda vagando por ahí
Siempre pasando apuros, durmiendo en habitaciones de motel
Ayúdame señor, tengo hambre, cómprame un pastel para comer
Y mientras como, más de mí sabrás
No conozco a mis abuelos y no deseo conocerlos
Pues expulsaron a mi madre cuando yo estaba por nacer
Papá decía que cuidaba de mi madre, pero no lo hizo
No lo conozco, pues a mí también me abandonó
Vivo vagando por las calles sin saber ni el ABC
Como si un día hubiera pedido nacer a mis padres
Soy humillado y maltratado como si fuera el peor perro
Gracias señor, que Dios te pague por el pan
Toda niño abandonado tiene una historia que contar
Si te sientes amparado, no debes despreciarlo
Tú, que eres madre soltera, no entregues a tu hijo a los perros
En todo momento extiéndele tus manos
Cuántos niños inocentes se convierten en animales
Y este es un drama persistente siempre en las grandes capitales
Pero espero que algún día Dios escuchará mi oración
Y la humanidad tendrá un nuevo corazón



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