Samba Boêmio Sobre Desilusões
Felipe Marré
Posturada e calma
Ainda perdura a sua pergunta
Por mais que fez-se chuva
Ainda podia segurar?
A sua corrente já quebrou há meses
Quem dera uma fita visse aí e consertar
Via em telas, propagandas e jornais
Si mesmo não se via mais
Porém, tentou se convencer
Outra ajuda rejeitou
Tão pouco comparou nos outros
O que vinha morrer
Perdoe a falta de simplicidade
O que você criou já ecoa pela cidade
É triste ver cair de novo aos poucos
O que tanto sonhei
Ou é ou não é
Ou fica ou não fica
Ou vai ou não vai
Oh, lembrei de ti
Ora levanta
Ora reclama
Às vezes me chama
Ontem atendi
Dos teus lençóis eu lavei
Tanto amor que você fez
Senti na pele cada dia
Tudo o que eu passei
Tudo o que eu quis era estar
Mas sem culpa e sem culpar
Até você dizer que não
Da mesma boca ouvi dizer tão forte
Eu te amo até a morte
E falta agora a morte então
Ontem eu lhe vi pairando às poucas e boas
Mas nem me chamou
Nem se importou em se importar
Virou a cara, não vi mais seus olhos
Mesmo que eu já não queria era mais estar



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