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Despedida
Fernando Santos Cunha
No momento cruel da despedida
Gelado lábio mudo hirto sem ar
Eu vi sua alma de ilusões despida
Tremer a luz de seu tão triste olhar
E eu não chorei seu peito a alva guarida
De minha alma chorava em doido arfar
E eu não chorei mas senti a vida
Das lágrimas ao peso se curvar
Sai, andei, corri parei cansado
Voltei me e longe, longe eu vi asinha
Garça de amor fugindo para o passado
Branca pura ideal, sua casinha
E as lágrimas de amor deixei domado
Constelarem da dor a noite minha
Escrita por: Fernando Santos Cunha, Euclides Da Cunha. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
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