
Meu Companheiro
Francisco Alves
Foste, talvez, uma árvore frondosa
Harmonizando a voz da solidão
E hoje, na minha vida dolorosa
Só tu me entendes, triste violão
Sorrisos, ilusões, frases perdidas
Um vestido ligeiro que passou
Olhares, beijos, sonhos, despedidas
Tudo meu violão cristalizou
Meu companheiro dileto, violão, és meu afeto
És minha consolação
De tanto roçar meu peito, tens hoje o timbre perfeito
Da voz do meu coração
Escrita por: Francisco Alves, Orestes Barbosa. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
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