
É Meu Cantar
Francisco Alves
Lá de uma rocha solitária que o mar beija
Um violão, com pesar, se ouve tocar
Junto ao lamento do cantor que, na tristeza
Manda lembrança [?] no seu cantar
De tão, tão triste desse canto as melodias
Que até a nós também nos chega a emoção
Desse cantor enternecido, apaixonado
Falar deixava o coração
Por ti, meu bem, é meu cantar
Rara lembrança de teu amor
Quero, meu bem, que o sabiá
Aprenda a queixa da minha dor
E desde então, noite à noite, um violão
Se ouve na rocha, cuja pedra beija o mar
Esse lamento que o coração maltrata
Pela tristeza já o aprendeu o sabiá
E assim cumprida a tradição com ânsia louca
Não encontrando na vida sorte alguma
Foi seu corpo aí bater-se numa rocha
À luz clara da Lua
Por ti, meu bem, é meu cantar
Rara lembrança de teu amor
Quero, meu bem, que o sabiá
Aprenda a queixa da minha dor



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