
Sapo Cururu
Francisco Alves
Sapo cururu, na beira do rio
Quando o sapo canta, maninha
Cururu tem frio
Na casa grande do engenho
Preta velha está cantando
Pra sinhozinho dormir
Salta o bacurau na estrada
E a Lua entra na janela
Parece que vem ouvir
Preta velha, então, se lembra
Da vida que ali viveu
Deu o peito a sinhô moço
Que, na rede de seus braços
Seu sinhô, moço cresceu
Hoje cria sinhozinho, branquinho como jasmim
Tem os olhinhos abertos
Só dorme quando se canta
Preta velha canta assim
Sapo cururu, na beira do rio
Quando o sapo canta, Maninha
Cururu tem frio
Na casa grande do engenho
Preta velha está cantando
Pra sinhozinho dormir



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