Tropeiro Das Águas
Francisco de Oliveira
De plantar e colher
Ausentaram-se as mãos
O aguador vai ficar
Lida que persiste
Ao tempo resiste
Sem mecanizar
Até a água calçada
Volante a morada
O levante do lado
Que coisa gaúcha
É a sina arrozeira
O arroz irrigado
A água é ouro
A banhar o louro dos arrozais
O aguador vaqueano
Tropeiro das águas
Da pás e canais
É como entregar pingo
Em manhã de domingo
Cumprindo a missão
Perfilada a lavoura
Em paisagem loura
Encher o grão
No outro a princesa
Antiga certeza
Da sina que é vida
Suba o Sol que racha
Só é da barragem
Por gostar da lida
Que vive de cachos
Não vive de aparte
Cuida o que é dos outros
Reza a São Miguel
Vive bombeando o céu



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