
O Coreto
Francisco Petrônio
A velha praça junto da matriz
Está em festa toda multicor
O povoado hoje está feliz
É dia do seu protetor
O velho mestre alegre está dançando
Talvez pensando no passado enfim
No coreto, toda assanhada
Sua bandinha tocando assim
A solteirona que passou dos trinta
Se esnobando que não quer casar
O jardineiro gritando nervoso
Não pode na grama pisar
Na capelinha o sino anunciando
Que a novena está chegando ao fim
E a moçada cantarolando
Com a bandinha tocando assim
Hoje está fazendo um ano
Estou voltando pra rever meu bem
É tão grande o meu desengano
Eu a vejo nos braços de alguém ai, ai, ai
Nesta praça eu estou sem graça
Sentindo o mundo desabar em mim
E sem ela eu volto chorando
Parece que a banda está rindo de mim



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