Suscríbete
Visualizaciones de la letra 5.460

Lendas - Folclore Brasileiro

Funkeira de Konoha

Letra

    [Iara]
    Com bravura a guerrear
    Da admiração ao ciúmes, despertei
    Tentaram minha vida ceifar
    Mas com tudo lutei, lutei, lutei

    Sangue do meu sangue
    Veio a traição e o invejar
    Sangue do meu sangue
    Ao rio veio a me lançar

    Da maldade esperei o pior
    Mas os peixes e as águas
    Sob a luz do luar, com dor e só
    Vieram a me transformar

    Uma bela moça sobre as pedras
    Ao entardecer
    Te encantar
    Pro rio levar e desaparecer
    Iara

    Agora somos só nós
    Vou te guiar
    Ao som da minha voz
    Nas profundezas d'água vai afundar

    [Boto-cor-de-rosa]
    Anoiteceu, Lua cheia a brilhar
    Salto das águas pra festejar
    Chapéu na cabeça
    Vestes brancas

    Um ser encantado
    Capaz de encantar
    Ó moça bonita
    Sua saia a rodar, ia-ia

    Ao som do carimbó
    Nós vamos dançar, ia-ia
    Quer entrar no rio
    Eu vou te guiar

    Fuá, fuá
    Até o amanhecer
    Vai me procurar
    Mas depois do Sol raiar

    Não vai mais me ver
    Quer entrar no rio
    Eu vou te guiar

    Fuá, fuá
    Até o amanhecer
    Não vai mais me encontrar
    Não vai mais me ver

    Jamais vai se esquecer

    [Mula Sem Cabeça]
    Amei, amei demais
    Mas me envolvi
    Com quem não devia, jamais
    Pequei, pequei demais

    Aqui se faz, aqui se paga
    E a punição aqui jaz
    De dia de um jeito
    Na noite de outro

    Na madruga descontrolada
    Até o galo cantar
    Presa nesse tormento
    De longe escutam meu lamento

    Até o encanto se quebrar

    Amaldiçoada
    Cavalgando em disparada
    Amaldiçoada
    Pescoço e cabeça fogo exala
    Amaldiçoada
    Me perdendo no breu

    Eu sou a mula
    E a mula sou eu

    [Saci]
    Cachimbo na boca
    Gorro vermelho
    Um menino negro
    Com traquinagens traz

    Ágil e travesso
    A magia acontece com o vento
    Desaparece, redemoinhos faz
    Embaraçando dos cavalos suas crinas

    O caos gosta de me acompanhar
    Não se assuste
    Com a ventania
    É que eu gosto mesmo de brincar

    Pulando e pulando
    De uma perna só
    As coisas vão sumindo
    Os panos dando nó

    Pulando, pulando
    De uma perna só
    Não se engane, eu te engano
    De mim não sinta dó

    Pulando e pulando
    De uma perna só
    As coisas vão sumindo
    Os panos dando nó

    Pulando, pulando
    De uma perna só
    Não se engane, eu te engano
    De mim não sinta dó

    [Vitória Régia]
    A Lua me encanta
    Sinto que ela me chama
    Pra junto dela no céu brilhar
    Meu último suspiro dei
    Tentando te alcançar

    Com tudo nisso acreditei
    Mas era apenas sua imagem
    Na água a espelhar
    Apesar do fim

    Algo belo fez de mim
    A minha gratidão
    A sua corrosão que me fez
    Ressurgir

    Aos céus na noite
    Se volta ao meu olhar
    Seguindo sua luz como for
    Meu encanto se mostra no desabrochar

    Aos céus na noite
    Se volta ao meu olhar
    A brilhante e bela flor
    Nas águas o seu devido lugar

    [Harmonia]
    Na beleza no seu mais puro encantar
    Na alegria momentânea do festejar
    Da imoralidade, sua consequência
    Risos, caos
    Esperança e inocência

    Força da natureza
    Mistérios e crenças
    Eles estão entre nós
    Lendas!

    Força da natureza
    Mistérios e crenças
    Eles estão entre nós
    Lendas, lendas!

    [Curupira]
    Rastros invertidos
    Caçadores e invasores, confundindo
    As minhas pegadas vão seguindo
    Até não saber mais qual é o caminho

    Se pegar só o necessário, pra sobreviver
    Te deixo viver
    Mas se a destruição ou desperdício em você
    Prevalecer

    Pavor te causará
    Quando seus próprios sentidos te enganar
    Noção do tempo perderá
    O cansaço sentirá
    Sendo observado está

    A punição por sua ambição
    De mim, irá receber
    Mas é a ganância dentro do seu ser
    Que na mata o fara se perder

    [Matinta Pereira]
    As aparências enganam né
    Uma mera ilusão
    Parece ser mas não é
    O que de fato as coisas são?

    De longe já se escuta
    O inquietante ruído
    Durante toda noite pertuba
    Até alguém firmar um compromisso

    Quando algo a mim é ofertado
    Eu sumo, mas retorno pra cobra-lo
    Caso contrário
    Algo ruim irá acompanha-lo

    Maldição, mau agouro
    Azar, infortúnios
    Suas palavras podem ser
    Seu mal ou seu refúgio

    Insônia
    Medo constante
    Assobios se aproxima cada vez mais
    Não subestime o poder oculto
    Ou nunca terá paz

    [Boitatá]
    A vida em harmonia
    O equilíbrio natural é necessário
    Ciclos em sintonia
    A natureza é algo extraordinário

    Há quem transforme a vida em cinzas por prazer
    Há quem traga devastação apenas por querer
    O egoísmo dentro de você
    Te cega como a luz que exala do meu ser

    Rebatendo seu fogo com fogo
    Toda ação tem uma reação
    O clarão que corta a escuridão
    Do ciclo da vida guardião

    Sei tudo que acontece ao meu redor
    Sorrateiro, veloz e vigilante
    Sua cobiça não passará impune

    Aos olhos flamejantes

    [Cuca]
    Apenas uma velha bruxa atenta
    Aguardando em silêncio
    Criança sozinha? Distraída? Desobedecendo?

    Tem medo do escuro?
    Já deveria estar dormindo
    Na escuridão
    Há muito perigo escondido

    Nana neném
    Que a Cuca vem pegar
    Papai foi à roça
    Mamãe foi trabalhar

    Pesadelos te assombram?
    O mundo é do oculto
    Assusta o que é desconhecido
    A imprudência como mágica, atrai castigo

    Uma oportunidade é tudo que eu preciso
    Te levarei comigo
    Prisão? Alimento?
    O que farei contigo?

    É um mistério o seu destino

    [Corpo Seco]
    A crueldade lado a lado
    Violência, ódio espalhado
    Falta de remorso questionável
    O egoísmo era notável

    Quando a morte finamente alcançou
    O céu não recebeu
    E o inferno não aceitou
    Enterrado não ficou

    Pois até a terra seu corpo expulsou
    Vagando eternamente
    Condenado pelos próprios atos
    Por toda parte rejeitado

    Sem descanso sentenciado
    Uma alma errante
    Corpo apodrecido
    Perambulando

    Nem morto, nem vivo
    Pela própria maldade
    Transformado
    Carrego pra sempre meus próprios pecados

    [Harmonia]
    No castigo do cobiçar
    No cuidado ao falar
    Imprudência, desobediência
    Desonestidade e o seu pesar

    Força da natureza
    Mistérios e crenças
    Eles estão entre nós
    Lendas!

    Força da natureza
    Mistérios e crenças
    Eles estão entre nós
    Lendas, lendas!

    Escrita por: Funkeira de Konoha. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
    Enviada por Sem. Revisiones por 3 personas. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.

    Comentarios

    Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra

    0 / 500

    Forma parte  de esta comunidad 

    Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Funkeira de Konoha y explora más allá de las letras.

    Conoce a Letras Academy

    ¿Enviar a la central de preguntas?

    Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.

    Comprende mejor con esta clase:

    0 / 500

    Opciones de selección