
O Desiludido
Geraldo Cardoso
Desiludido, fui parar no cabaré
Por causa de uma mulher
Que o destino me tomou
Naquele dia foi grande o meu sofrimento
Que quase por um momento
Atirei na própria vida
Naquele dia foi grande meu sofrimento
Que quase por um momento
Destrui a á própria vida
Desesperado, afogado na bebida
Chorando a paixão perdida
Que a sorte me levou
Mas derrepente uma linda meretriz
Beija meu rosto e me diz
Hoje eu te mato de amor
Mas derrepente uma linda meretriz
Beija meu rosto e me diz
Hoje eu te mato de amor
Já era tarde e aquela pobre mulher
Que ninguém botava fé ate a sorte desprezou
Mulher errada
Que se vendia por nada
Hoje me matou de amor
Mulher errada que se vendia por nada
Hoje é meu grande amor



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