Viajante Ambulante
Geraldo Euripedes
Eu sou um viajante ambulante
Que vivo sempre a viajar
Só saio de madrugada
Sem saber quando voltar
Na hora da minha partida
Nem gosto de me despedir
É triste ter quê deixar
O lar quê eu construir
Vou prosseguindo a viagem
Até o amanhecer
Mas do meu doce lar
Eu não consigo esquecer
Quando eu vou para longe
A saudade também vai
Só fico pensando em meus filhos
E também nos meus pais
É triste viver viajando
Para o pão conseguir
Se eu pudesse não sairia
Do lar quê eu construir
Mas tenho a esperança
Quê um dia eu hei de vencer
E deixar de ir para longe
E em meu lar permanecer



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