
Dona Morte (Parte 2)
Gilberto Henrique
Quando eu digo que eu tô cansado não é brincadeira
Minha mente todo dia tem sido tão traiçoeira
Me lembrando de palavras que um dia já me machucou
Eu olho pro espelho e vejo um desconhecido
Irônico, era pra eu ser meu melhor amigo
Mas não sei onde me perdi, nem onde me encontrar
Claro que eu penso na morte e tenha até sorte dela me encontrar
Tirar toda dor que eu sinto e apagar minha memória pra eu não me lembrar
Eu chamo, eu clamo, eu grito
Eu vou pro precipício
Sinto que ninguém me ama
A morte que me chama
Minha história é confusa então não se assusta se eu não falar
Acho conforto na música e talvez por isso eu não parei de cantar
Eu chamo, eu clamo, eu grito, eu vou pro precipício
Sinto que o escuro me ama
A morte que chama
Eu chamo, eu clamo, eu grito
Eu vou pro precipício
Sinto que ninguém me ama
A morte que me chama
Claro que eu penso na morte e tenha até sorte dela me encontrar
Tirar toda dor que eu sinto e apagar minha memória pra eu não me lembrar
Eu chamo, eu clamo, eu grito
Eu vou pro precipício
Sinto que ninguém me ama
A morte que me chama



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