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Sou Nordestino

Gildário de Assaré

Meu Nordeste terra amada
Terra da mulher rendeira
Do coco da embolada e da velha benzedeira
Nesta terra abençoada
Quero minha vida inteira

Por ordem celeste eu sou do Nordeste
Sou cabra da peste, de tudo aqui tem
Canta o violeiro aboia o vaqueiro
E o bom sanfoneiro toca o xem-hem-hem

Por ordem celeste eu sou do Nordeste
Sou cabra da peste, de tudo aqui tem
Canta o violeiro aboia o vaqueiro
E o bom sanfoneiro toca o xem-hem-hem

Nada há nada mais bonito
Do que se ouvir no sertão
O sabiá sonoro, cantando sua canção
E se ver o Sol brilhante
Cobrindo a face do chão

Por ordem celeste eu sou do Nordeste
Sou cabra da peste, de tudo aqui tem
Canta o violeiro aboia o vaqueiro
E o bom sanfoneiro toca o xem-hem-hem
Por ordem celeste eu sou do Nordeste
Sou cabra da peste, de tudo aqui tem
Canta o violeiro aboia o vaqueiro
E o bom sanfoneiro toca o xem-hem-hem

Sou nordestino e me orgulho
Da terra que Deus me deu
Aqui com a natureza
Foi que o artista aprendeu
Nesta terra abençoada o rei do baião nasceu!

Por ordem celeste eu sou do Nordeste
Sou cabra da peste, de tudo aqui tem
Canta o violeiro aboia o vaqueiro
E o bom sanfoneiro toca o xem-hem-hem
Por ordem celeste eu sou do Nordeste
Sou cabra da peste, de tudo aqui tem
Canta o violeiro aboia o vaqueiro
E o bom sanfoneiro toca o xem-hem-hem

Escrita por: Francisco Daniel Arrais (Gildário de Assaré) / Antonio Gonçalves da Silva (Patativa do Assaré). ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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