Iara
Gildomar Marinho
Ao longe, nos vales perdidos
Há uma cratera, um fosso, uma fenda
Que abre no meio da terra
O grito da terra se ouve ecoar
Vejo na Iara que encanta
No azul do seu canto, na voz que seduz
O pensamento da terra
Que chora a guerra do seu invasor
Cidades se erguem em fumaça
O céu se embaça em nuvens de pó
Milhões se interligam em um mundo
Quimérico mundo de um povo tão só
Há brigas, conflitos sangrentos
Vilões violentos cultivam a dor
São lutas travadas a esmo
O ódio é o mesmo que chamam de amor
É preciso deixar
Que as árvores dancem suas folhas em paz
É preciso deixar
Que os ventos balancem suas folhas à paz



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