Frevo Sem Fim
Gilvandro Filho
As pastorinhas são meninas de brincar
De acender a Lua, de estender o mar
Jogar orvalho sobre as folhas, sobre as pétalas
E salpicar as noites de luar
Se ela sorriu, se não ligou
Moveu os cílios, encheu de amor
As madrugadas encantadas do recife
E o coração do pobre trovador
Olinda, eu sempre voltarei
À noite daquele carnaval
Olinda, eu nunca te esqueci
Mas fiquei preso num frevo sem fim
Recife, eu não te esquecerei
Coqueiros serão o meu sinal
Recife, um dia vou voltar
Aí é o meu lugar
E hoje vim te cantar esse frevo sem fim
Ai, quem me dera, ver de novo o teu luar
De beber teu beijo, de te abraçar
Rever os montes que Deus fez pra dar inveja
Em quem ainda não pôde lhe amar
Cidade Sol, cidade luz
Duas irmãs, almas azuis
O Sol raiando se apaixona por olinda
E o trovador repete o seu cantar



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