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Nas patas do meu cavalo devoro léguas de chão
Vou gineteando solito este viver redomão
Não trago amarras comigo, bem pouco tenho de meu
Pingos e avios de campeiro, a sina que Deus me deu

E vez por outra se ajeita, de corcovear num surungo
Lasqueadito de bolcheiro não me paro de matungo
No repinico da viola, chuleando a porta dos fundos
Lavo a baia no jardeio e não dou bola pra resmungo

Sem pouso certo ou querência, me chamam de rumbiador
Moro onde moram as lidas, manhas de peão domador
Se me castiga o pampeiro, do recavém das missões
Bem digo poncho parceiro, quando me faltam fogões

E vez por outra se ajeita, de corcovear num surungo
Lasqueadito de bolcheiro não me paro de matungo
No repinico da viola, chuleando a porta dos fundos
Lavo a baia no jardeio e não dou bola pra resmungo

E quando antigas saudades amargam meu chimarrão
Ele escova-lhe a guitarra, disfarçando a solidão
Assim debocho do tempo, paleteando o horizonte
Foi engano de quem disse que já me viu em reponte

E vez por outra se ajeita, de corcovear num surungo
Lasqueadito de bolcheiro não me paro de matungo
No repinico da viola, chuleando a porta dos fundos
Lavo a baia no jardeio e não dou bola pra resmungo

Escrita por: Jorge Nicola / Juliano Trindade. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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